sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Positivo



Gosto do cheiro da chuva; da cor dos meus olhos; de vitamina de banana. Gosto que me chamem de Dani, que me dêem livros de presente, que me façam morrer de rir. Gosto do meu vestido mega colorido, da minha camisa do Cruzeiro, de fazer teatro, de caminhar na Beira-rio, de postar no blog. Gosto de ouvir Ana Carolina, de pintar as unhas de vermelho e comer salpicão com arroz. Gosto dos meus amigos, dos meus professores, dos meus pais. Gosto de receber mensagens de texto, de dormir cedo em noites de chuva, de cantar sem me preocupar com afinação, de usar óculos escuros. Gosto de dizer "obrigada" e de ser agradável de forma natural. Gosto muito de ler, de dizer "eu te amo" para quem eu realmente amo. Gosto de estudar gramática e biologia. Gosto de tirar foto em ocasiões especias, de viajar, de ver o mar. Gosto do orkut velho, das músicas de Victor e Léo, de receber elogios, de um abraço sincero, de fazer malabarismo. Gosto de pensar quando estou na rua sozinha, de lembrar acontecimentos passados, de sentir saudade. Gosto de chocolate, de sorvete de morango, de ouvir o som do violão, de música sertaneja. Gosto de escrever cartas para quem mora longe, de observar as pessoas, de não ter nada para fazer. Gosto de pessoas sinceras, de sorrisos, de pronunciar a palavra "sucessivamente". Gosto de dormir até tarde, de manhãs de domingo, de assistir peças de teatro e de festas de haveillon. Gosto de tudo que me faz sentir bem, independente se o que faço vai agradar aos outros ou não. Pelo visto, eu gosto mesmo de ser feliz.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Negativo


Não forço simpatia. Não tento agradar quem eu realmente não gosto. Não rio quando estou de mau humor. Não estudo física. Não consigo disfarçar meu ciúme - que chega a ser possessivo. Não sou de tirar satisfação e procurar briga. Não me dou bem com a maioria da minha famíla. Não consigo ter tanta fé no catolicismo como no espiritismo. Não escuto rock, funk e pagode. Não suporto pessoas falsas, mas se insistem em viver na falsidade... Não gosto de mentiras. Não sou perfeita. Não canto bem. Não desenho bem. Não sou boa em matemática. Não consigo estudar com barulho. Não gosto de livros do Guimarães Rosa. Não consigo disfarçar minhas emoções. Não sei dizer "te amo" sem amar. Não sei ao certo o que pode ser amar. Não suporto pessoas chatas no msn. Não gosto de receber indiretas. Não mando indiretas. Não bebo. Não fumo. Não gosto de garotos da minha idade (novos) - para namorar. Não gosto de homens que usam ciclone, bermuda com a cueca aparecendo e roupas estilo "sou mala". Não falo palavrões. Não uso todas as roupas da modinha. Não uso pulseiras do Bob Marley. Não tenho um número muito grande de amigos. Não estou desesperada e com medo do futuro. Não gosto quando reúne a família toda. Não quero convite para o novo orkut. Não gosto de blogs muito coloridos e desorganizados. Não suporto que me copiem. Não tenho twitter. Meu cabelo loiro não é natural. Não gosto do meu professor de artes. Não tenho celular com câmera. Não sonho em conhecer o México. Não assisto TV. Não quero falar mais disso.

Foto: feia, escura e antiga.

Sem mais rancores, máguas ou frustrações.
Dani =D

domingo, 8 de novembro de 2009

Atuar é preciso!



Eu sou da arte, do palco, dos aplausos, dos sorrisos, lágrimas, sensações, reações. Tudo isso, nada mais é, do que a definição completa de felicidade. Eu sou feliz assim: representando, agindo como se fosse, sorrindo e chorando quando necessário, controlando sensibilidades, vivendo outras realidades. Teatro é terapia, elemento de transformação. Minha vontade é que todas as pessoas sintam o mesmo que eu quando estou atuando ou simplesmente estudando um texto novo. São sensações que nos  fazem crescer, nos desafiam. Me dediquei tanto que agora me vejo presa à arte de representar. Me encantei por diversos tipos de personagens, plateias, palcos e aplausos. E assim, me apaixonando todos os dias por algo que já sou desde pequena apaixonada, agarro com unhas e dentes todas as oportunidades. Não há mais timidez, não há medo. O teatro me transforma, desperta minha imaginação. É contagiante fazer algo que te desafia, te joga contra a parede, te faz duvidar. Diferente dos demais profissionais que realizam todos os dias a mesma  função, como algo decorado (não desfazendo de ninguém); o ator tem sempre algo novo nas mãos. Algo que causa medo e faz pensar: "Será que irei conseguir?" E depois de muito estudar e explorar a imaginação,  ele tem a honra de olhar para trás, analisando sua própria evolução e dizer: "Venci mais este desafio". Atuar é preciso! Faça teatro você também *-*

Foto: Marcelo Carvalho

sábado, 7 de novembro de 2009

O amor é um mistério de Deus que deve ser protegido dos olhares allheios, não importa o que aconteça. Ele se torna melhor assim.