quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nunca descer do salto, nunca :)

Ontem à noite quando eu estava voltando para casa - depois do teatro - vi uma jovem aos gritos com o seu namorado no celular --' "Tô sabendo que vc tá saindo com fulana de tal lugar; minha amiga te viu com outra e mais outra e mais outra..." Gritando, gente! Eu ri, claro. Fiquei me imaginando fazer aquilo :o Graças a Deus que não é da minha natureza \o/ Ela ainda ameaçou o guri de fazer o mesmo, etc e tal ... omg! Me deu vontade de chegar perto dela e dizer: "Fala mais baixo porque assim o bairro inteiro vai ficar por dentro do assunto, e se ele não presta, joga fora, arruma outro e vai ser feliz :)" Meu Deus, que barraco!

Aí ontem eu refleti sobre isso ...
Há pessoas que não conseguem dispensar a "sua metade". Só de imaginar elas pensam que não consegueriam viver, que morreriam de saudade e não seriam felizes. Então, aceitam facilmente esse tipo de situação.

Quanta bobagem! Isso parece depender tanto de nós, da nossa vontade... É psicológico, gente :)
A pessoa não presta e você quer assim mesmo? Muitos pensam assim, mas eu não \o
Logo coloco todos os defeitos dela em primeiro plano - o que ajuda no processo da queda do encanto -
Depois, me sinto a Rainha da cocada preta e concluo que mereço algo muito melhor.

Se ame antes de tudo! Mostre que você é equilibrada, meiga, que se valoriza e não desce do salto nunca!

Aff, essa coisa de paixão! Uma vez eu já caí nessa de pensar que não suportaria a ausência de alguém. Tudo besteira! Eu sou mais forte e racional do que essas baboseiras todas do AMOR.

Por isso, se um dia eu passar por uma situação semelhante a da nossa jovem, eu trocarei os gritos pelo silêncio. Sim, queridos leitores, eu tenho uma certa necessidade de me 'vingar' às vezes... E o desprezo é a melhor e mais educada forma que encontrei ;)

Tenham uma ótima quarta-feira :*

domingo, 20 de junho de 2010

*-*

"Te olho nos olhos e você reclama
Que te olho muito profundamente.
Desculpa,
Tudo que vivi foi muito
profundamente...
Eu te ensinei quem sou
E você foi me tirando
Os espaços entre os abraços,
Guarda-me apenas uma fresta.
Eu que sempre fui livre,
Não importava o que os outros dissessem.
Até onde posso ir pra te resgatar?
Reclama de mim, como se houvesse possibilidade
De me inventar de novo
Desculpa...
Se te olho profundamente,
Rente à pele...
A ponto de ver seus ancestrais
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada
Onde ficam seus passos.
Eu não vou separar as minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhuma parte, nenhum pedaço
Do meu ser
Vibrante,
Errante,
Sujo,
Livre,
Quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente."

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Uma vida pra tirar vocês da minha ♪


Eu não vim aqui para fazer um texto grande e expressar tudo que eu queria mesmo para essas três pessoas. Eu não iria conseguir. Todos nós gostamos de um estilo de música, nos identificamos em várias canções e temos nossos artistas preferidos. Os meus são esses da foto: Ana Carolina, Victor e Léo. Incrível como que a minha vida se resume em suas canções. Eu me identifico muito mesmo, pois são músicas que descrevem determiados momentos e falam por mim. Admiro tantos outros artistas de grande talento, escuto outras canções, mas as únicas que eu realmente me calo para deixar que respondam por mim pertencem a vocês: Victor, Ana Carolina e Léo. Obrigada por existirem! A minha história eu deixo pra vocês contarem (ou cantarem) - da forma mais linda que alguém possa imaginar - .


Velas e vento me levam pra vocês ♪

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Jogo do contente


Vocês já ouviram falar do "Jogo do contente"?

Pois bem, poucos e queridos leitores, quando eu estava no 1° ano do Ensino Médio a professora de português marcou uma prova sobre o livro "Pollyanna" de Eleanor H. Porter. Tirei xerox do livro, li, me encantei e fechei a prova. Logo em seguida, a mesma professora marcou uma outra avaliação sobre "Pollyanna Moça" da mesma autora. Eu amei os livros e indinco, peço e imploro que vocês leiam :) Bom, eu vim aqui para falar um pouco sobre o Jogo do contente - o que há de mais marcante no livro - e que é a minha filosofia de vida.

 Esse jogo consiste em encontrar algo para se estar sempre contente, em qualquer situação por que passemos. Desde que passei a "jogar" eu consigo encarar tudo com mais facilidade e otimismo. É simples: tudo que acontecer em sua vida, por pior que pareça ser e por mais que a balança pese mais para o lado negativo, mostre a você mesmo o que há de bom nessa história. Acredite: tudo tem o seu lado positivo. Se você não foi bem na prova de matemática, perdeu média e precisa fazer uma próxima avaliação, fique contente!..  você estudará mais para recuperar a média perdida reaproveitando assim,  a chance de se aprender a matéria. Se você está doente e não pode ir naquele show que você tanto sonhou porque os seus pais não deixam, pense positivamente: você tem quem realmente se preocupa com você enquanto muitos vivem sós, órfãos e, muitas vezes, sem lugar para morar. Se você está triste porque terminou com o namorado ou porque tem horror em passar o dia 12 sozinha: não há porquê pensar que o mundo acabou, algo melhor está reservado para sua vida e aparecerá no momento certo. Agora é hora de ter mais tempo para você e evitar muitas dores de cabeça proporcionadas por relacionamentos amorosos.

Acreditem, é muito mais fácil viver quando seus olhos estão voltados para o que há de melhor. Sempre que passar por algum momento difícil, fique com raiva na hora, chore, questione. Mas quando não estiver mais agindo por impulso procure o que há de positivo na situação. Você certamente irá encontrar e saberá agir de forma mais racional e madura diante do fato.

Pense sempre que as coisas poderiam ser piores e espere pelas boas conseqüências de algo aparentemente ruim.

Eu mudei completamente a minha personalidade quando apliquei o jogo no meu cotidiano. Meu amigo Leandro (Harry) me chama de Pollyana moça, e eu adoro! Ele me identificou com uma personagem de uma personalidade mágica que eu admiro muito. E isso é bom :)

O mundo, com certeza, seria muito melhor com mais Pollyannas por aí!
Nesse jogo não há oponentes externos, pois a luta é interna, contra os nossos próprios temores e preconceitos. Eu sempre estou "jogando", tente também, pois nesse jogo você sempre será o vencedor!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Dia dos namorados sem namorado?


 O que fazer ...

- Primeiro: não chegue perto do computador! Nem pense em internet, msn's e orkut's estarão cheios de dedicatórias para os apaixonadinhos.

- Passe longe da televisão e se alguém da sua casa estiver assistindo, tampe os ouvidos. Comerciais e programas ficarão o dia todo dizendo o que você deve ou não comprar para "seu" amor.

- Amolce em CASA! Os restaurantes estarão cheios de casaizinhos apaixonados e você poderá se sentir constrangida.

- Cinema e teatro? Descarte também.

- Não ligue o rádio! Você corre o risco de ouvir aquele sertanejo apaixonado e chorar litros de lágrimas.

- Não ouça suas canções preferidas. Elas te farão lembrar alguém.

- Corra das amigas que têm namorados - principalmente se seus respectivos companheiros morarem em lugares diferentes - elas só irão lamentar a saudade e falar do quanto queriam estar perto do seu par romântico.

- Desligue o celular! Afinal, você não tem namorado para te ligar neste dia, não é? ú.ú

- Não olhe para os presentes, objetos ou camisas dos seus "ex's"; pelo contrário: esconda-os no guarda-roupas. Faça isso de preferência, no dia 11 :)

- Vá para casa da sua melhor amiga, peça a ela que ligue o som no volume máximo. E que toque, Lady Gaga ou Beyoce, de preferência.

- Dance muito, conte histórias da infância, comam brigadeiro juntas.

- Assistam "procurando Nemo", nada de Titanic, por favor --'

Dia 11 procure uma festa; dia 13 compre um presente para você =D
Ah, e falando nisso, homem bom hoje em dia tá ruim de arranjar.
Então, mesmo que o mundo inteiro e todos aqueles corações vermelhos tentem te convencer que você é diferente só porque está solteira, não ligue! Ruim é ficar com uma pessoa que nada tem a ver com você só por medo ou vergonha de ficar sozinha.

Ficam as dicas :)
3bjs :*

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Doando sangue ...

Acordei hoje às 6:00h toda feliz pra ir doar sangue pela primeira vez \o
Cheguei no Hemominas passei por todas as etapas e estava liberada para doar *-*
Foi bem tenso! Vejam ...
Primeiro, ninguém acreditava que eu tenho 18 anos. Resultado: tive que mostrar identidade de minuto em minuto para cada funcionário que aparecia.
Segundo: ninguém também acreditava que eu peso 50 quilos --' Me levaram até à balança. 52 quilos, ok. Perguntaram se eu estava com chumbinho no bolso. pense!
Exame de anemia: não tenho =D
Entrei na sala ...
Só tinha homem o.O
Todo mundo olhou pra minha cara de medo dizendo: "Não precisa ficar nervosa não, não dói..."
Os enfermeiros brincando comigo pra relaxar...
Minha veia nunca aparecia --'
Depois de uns 5 minutos conseguiram e pronto, eu estava doando sangue *-*
Após uns três minutos abrindo e fechando a mão eu percebi que não tava aguentando mais mexer o braço :o
O enfermeiro perguntou se eu estava me sentindo mal. Ahan, eu estava.
Dei um trabalhãao! Tiveram que chamar a médica, mediram minha pressão e me levaram pra tomar soro na veia --'
Estava branca feito defunto! Tive que ir carregada pra outra sala [/vergonha . hm'
Diz o enfermeiro que consegui completar a bolsa. Até me mostrou a minha ficha com o tempo que fiquei: 6 min e 30 seg. Só que eu não acreditei e não estou acreditando ainda =/
Será que consegui completar mesmo? Tomara né ...
Quando saí da sala de soro todo mundo lá fora olhando pra mim com cara de quem pensava: coitadiinha!
Mas eu adorei sabe? =D estou melhor agora. Só o braço dói um pouco ...
Doem sangue, gente. É MUITO lindo!

domingo, 6 de junho de 2010

Pessoas

Meu pensamento hoje de manhã foi sobre pessoas. Tenho 18 anos, e nesse tempo, passou por mim tanta gente ... Meus amiguinhos de infância, meus professores preferidos, vizinhos que hoje não faço ideia de onde estão. Daquela época permaceram a minha família, minha babá - que hoje é minha madrinha - alguns poucos amigos, e muitos conhecidos que mal cumprimentam com um 'oi'. Pessoas passam por nossas vidas de formas diferentes. Algumas ficam por muito tempo, mas de forma superficial. Outras, ainda que com passagens rápidas, deixam marcas profundas: boas ou más. Alguns me fazem lembrar de uma história, outros, de uma música, outros de uma vida inteira. Todos os anos no colégio nos deparamos com uma turma nova, gente nova. Mas são poucos os que se tornam amigos, especiais, próximos. Passaram por mim, coadjuvantes e protagonistas, violões e mocinhos. Aqueles que passaram para "completar o cenário", apenas passaram ... Os que auxiliam e interferem em nossa história permacem, mesmo que ausente fisicamente. Tive amizades que duraram o tempo necessário para se aprender e ensinar algo. Conheci amigos para uma vida toda. Me esbarrei com muitos que fingiam de amigos... Encontrei pessoas que me fizeram chorar, outras que me fizeram acreditar. Alguns eu passei apenas uma tarde - uma tarde, apenas - e fizeram desta, especial e inesquecível. Há pessoas que vejo uma vez ao ano, outras, apenas em festas, barzinhos... Algumas me fazem lembrar a infância, pratos de brigadeiro, brincadeira de pular elástico. Outras me fazem lembrar uma música, uma trilha sonora inteira. Eu tenho pessoas para tudo: para ter crise de riso, para desabafar, chorar, falar mal, criticar, amar, aprender, ir em festas, pagar micos, contar segredos, conviver. Sem contar aquelas poucas que me despertam uma vontade imensa de abraçar, apertar e não soltar nunca. *-*
Nossa rede de amigos no orkut é sempre tão cheia, msn costuma "bombar", mas parem e pensem quantos são os que realmente ficam! Por que essa restrição? São as semelhanças ou diferenças que nos aproximam? Enquanto não se pode explicar, eu continuo fazendo a minha coleção de anjos: como se eu guadasse todos, colocasse no bolso e levasse comigo, de fato.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Onde não há timidez


O que vocês pensariam se me vissem nas ruas vestida assim? Sempre quando vamos apresentar por aqui, saímos de figurino e maquiagem prontos. O efeito é muito engraçado! As pessoas interrompem o que estão fazendo e ficam nos observado .. Os carros, definitivamente, param pra gente passar - naquela avenida que eu tenho tanto medo de atravessar :s - É assim, uns têm medo, outros pedem pra tirar foto, outros ainda riem ... E a gente se diverte. Nos sentimos o centro das atenções, e somos, nesses momentos. Os caminhoneiros buzinam, as crianças olham curiosas, os mais "culturamente ligados" logo perguntam a hora da apresentação. Achei engraçado quando um rapaz gritou: "Ôh cigana, lê minha mão!" e eu entrando na brincadeira, claro: "15 real" uashuashusa. Às vezes, quando estou indo para o ensaio, algumas pessoas falam: "você é a menina do teatro né? Te vi na rua..." É tão, TÃO legal *-* Ah gente, eu amo o que eu faço s2 deu pra perceber né? ...

3bjs :*