segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Sem título :)


Eu me atirava do alto na certeza que alguém segurava minhas mãos, não me deixando cair. Era lindo, mas eu morria de medo. Tinha medo de tudo quase: cinema, parque de diversão, de circo, ciganos... Aquela gente encantada, que chegava e seguia... Era disso que eu tinha medo, do que não ficava para sempre.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Coquetel de lançamento do FESTPON


Realizamos ontem o Coquitel de lançamento do Festival de Teatro de PN! Nessa primeira foto eu estava toda dolorida, pois fiz uns 40 minutos de Vitrine Viva. Dói ficar paradona, gente :s sério ..


Foi só o Arthur cantar uma música da Ana Carolina para eu começar a cantar feito uma doida junto com ele. Dizem que fico "possuída" com as músicas da AC! hehe .. O resultado? Vejam:


Todos atrás do músico! Possuídos também ... Teve até versão Jussara e Jurema ao lado de Arthur Vinih:


Vale foto com artista? Esse é o Davi Primavera, grande músico de PN! E ao seu lado, sua mais nova fã :) Eu mesma \o/


Sabe esse fofinho aí atrás de camisa laranja? Pois bem, é a alegria da galera \o/
Emerson, esbanjando bom humor a todo momento :)


Essa é a Cia. Teatro de Bolso e o nosso Mestre Karran:


Bom galera, ontem eu dormi tarde e acordei super cedo hoje :s Trabalhei das 09:00h às 18:00h para o FESTPON! Estou respirando teatro .. Perceberam né? rs.

Beijos meus amores :*

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Pra mim =D

Deixe eu tentar dizer quem é ela.
Alma livre sem quadro, sem tela.
Náiade que me inspira e encanta.
Intrusa e doce, sua beleza é tanta.
Empresta ao mundo, sua sutileza.
Linda e Misteriosa tua natureza.
Assim eu vejo, indescritível Daniela.




O Marcelo que fez *-*

Para sermos felizes

Já reparou que muito do que somos, ou quase tudo, somos porque aprendemos a ser? Aprendemos a ser o que somos com o lugar que nascemos, nossos pais, com a televisão, jornais, revistas e com todo um contexto sócio-cultural. Mas não aprendemos que podemos ser o que quisermos ou que podemos criar nosso próprio ser de uma forma que seja só nossa, sem referências rotuladas religiosas, sociais, culturais, familiares ou de qualquer outra ordem. Quando aparece alguém querendo inovar, todos se revoltam dizendo:"Quer ser diferente?"; ou "Quer aparecer?"; e ainda..."Quem esse aí pensa que é para não fazer como todos nós, ou andar como todos, ou não seguir a nossa moda?" Forçamos os índios a serem como somos e por isso os matamos aos poucos, assim como fazemos com nós mesmos quando nos forçamos a ser como os outros querem que sejamos, sem dar mínima chance à vontade de nossa alma.

O fato é que num mundo pobre e pouquíssimo espiritualizado como o nosso, infelizmente é proibido ser você mesmo. É proibido alguém vestir vermelho, só porque outro alguém resolveu ditar que a moda agora é azul. É proibido não sentir-se triste com a morte de alguém próximo, só porque todos dizem que a morte é algo triste. Todos dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece, mas quem disse que um segundo amor será esquecido?

Aprendemos a não acreditar em amor sem ciúmes, sem nos dar conta de que ciúme é pura insegurança, não amor. Então, aprendemos que seguir a alma e aceitar-se como se é pode ser perigoso, simplesmente porque à nossa volta alguém pode resolver não gostar disso.

Por que é que não aceitamos o outro como ele é ou deseja ser? Por que é que não damos o direito a alguém de ser quem quiser, como quiser e de descobrir-se? Sabe por que? Porque nós mesmos não sabemos ser quem queremos. Não temos essa coragem. Somos frustrados. Seguimos rótulos pré-formatados. Trabalhamos sem prazer. Trabalhamos por coisas, não por ideais. Olhamos para todos, menos para nós mesmos, por termos medo de encontrar em nós o defeito que apontamos nos outros. Não conseguimos ser o que queremos por medo e por isso impedimos os outros de o fazerem.

Seja você. Faça de você e de sua vida uma verdade ainda que mínima, pois será mais válida que máximas mentiras. Siga seu caminho sem olhar para os rastros dos outros, que podem ter ido direto ao abismo.

Siga seu coração. Erre, mas aprenda. Aprenda, mas ensine. Ensine, mas com exemplo. Viva intensamente o que seu coração pede e dê esse direito aos outros. Deixe seu cão, seus amigos, sua família ou qualquer um à sua volta serem, viverem e errarem, pois eles têm o mesmo direito que por sinal você até tem, mas pode não estar se dando: O direito de ser feliz!